sexta-feira, 14 de abril de 2017

FEEDBACK DA DISCIPLINA



FEEDEBACK SOBRE A DISCIPLINA


Na disciplina foi de suma importância pois podemos aprender de uma forma mais aprofundada a interação dos fármacos na gestante e recém nascido. Aprendemos também os efeitos adversos das drogas durante a gestação. Pude perceber a importância das interações dos fármacos.
Aprendi mais sobre o uso dos fármacos em algumas das principais patologias que acometem a gestante. As reações adversas de alguns medicamentos no Rn e efeitos colaterais.
As aulas foram bem elaboradas e podemos percorrer muito do que está relacionados a fármacos, gestante, puerpera, recém nascido, e doenças voltadas a gestação.

LACTAÇÃO E O USO DE DROGAS DURANTE A LACTAÇÃO



LACTAÇÃO E O USO DE DROGAS DE ABUSO
O aleitamento materno está associado a benefícios de ordem nutricional, imunológica, afetiva, econômica e social. Por isso, torna-se fundamental a identificação  dos fatores que levam ao desmame precoce, a fim de proporcionar o maior tempo possível de aleitamento ás crianças.
O efeito do uso da maconha por lactantes para a criança não é bem-conhecido. Há relato de que a exposição à maconha via leite materno no primeiro mês pós-natal está associada a um atraso no desenvolvimento motor das crianças com 1 ano de idade.12
No caso da cocaína, há relatos de toxicidade (tremores, irritabilidade, vômitos e diarréia) em bebês de mães que usaram a droga durante a amamentação. A metabolização e a excreção da cocaína são lentas, o que leva o leite materno a conter quantidades significativas de benzoilecgonina, o metabólito inativo da cocaína, mesmo após a cessação dos efeitos clínicos.
É de suma importância que o profissional de saúde informe a puerpera os efeito  colaterais que o recém nascido possa adquiri se a mãe fazer o uso de drogas de abuso durante a lactação. E falar que o leite é a principal fonte de alimento pra seu filho durante o primeiro ano de vida

MEDICAMENTOS FITOTERAPICOS



MEDICAMENTOS FITOTERAPICOS

Entende-se por medicamentos fitoterápicos, o medicamento obtido utilizando-se apenas matérias-primas ativas vegetais e cuja, eficácia e segurança são comprovados. Esses medicamentos atuam restabelecendo as atividades fisiológicas do organismo, e promovendo o bem estar. Assim, os medicamentos fitoterápicos passam a ser considerados uma alternativa acessível para prevenção e tratamento de diversas doenças nos idoso.
É cada vez mais comum o uso de plantas medicinais no mundo. No Brasil foi publicada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), onde garante o acesso às plantas medicinais, fitoterápicos, entre outras praticas relacionadas. Porém, não são livres de toxicidade ou reações adversas, podendo interagir com outros medicamentos, alimentos ou características do próprio paciente.
Interações entre plantas e fármacos podem levar a alterações farmacológicas e ainda a toxicidade do medicamento. Essas interações podem ser do tipo farmacodinâmicas, onde há um aumento ou diminuição do efeito do fármaco, devido ao sinergismo ou antagonismo, ou ainda, interações farmacocinéticas, que irão levar a alterações na absorção e disposição do fármaco no organismo, levando a alteração na concentração plasmática

CASO CLÍNICO SOBRE REAÇÃO ADVERSA AO MEDICAMENTO



CASO CLÍNICO
 
1-      BUSQUE NA LITERATURA DESCRIÇÃO SOBRE REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS (RAM) ENVOLVENDO A TERAPIA ANTI-RETROVIRAL (TARV) DO CASO RELATADO.

No caso acima, o paciente faz uso de dois medicamentos, o combivir e nevirapina.

O Combivir é um medicamento antivírico utilizado em associação com pelo menos outro medicamento antivírico no tratamento de doentes infetados pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), o vírus  que causa a síndrome de imunodeficiência adquirida (SIDA). Contém duas substâncias ativas, a lamivudina e a zidovudina.
Em doentes com mais de 12  anos de idade que pesem pelo menos 30  kg, a dose recomendada de  Combivir é de um comprimido duas vezes ao dia. N as crianças (com menos de 12 anos de idade) que  pesem entre 14 e 30  kg, a dose depende do seu peso. Nas crianças que pesem menos de 14  kg,  deverão ser utilizadas soluções orais separadas contendo lamivudina e zidovudina. As crianças a tomar  o Combivir devem ser atentamente monitorizadas e o médico poderá ter de ajustar a dose em caso de efeitos secundários no seu sistema digestivo.
Em situações em que é necessário descontinuar a terapêutica com uma das substâncias ativas de Combivir, ou reduzir a dose estão disponíveis preparações separadas de lamivudina e zidovudina em comprimidos/cápsulas e solução oral.Compromisso renal:as concentrações de lamivudina e zidovudina estão aumentadas em doentes  com insuficiência renal, devido à diminuição da depuração. Assim, como poderá ser necessário ajuste da dose destas substâncias, recomenda-se a administração de formulações separadas de lamivudina e de zidovudina, em doentes com função renal diminuí da (depuração da creatinina ≤50 ml/min). O médico deverá recorrer à informação de prescrição individual destes medicamentos. Compromisso hepático:a limitada informação disponível, obtida em doentes com cirrose, sugere que pode ocorrer acumulação da zidovudina em doentes com insuficiência hepática, devido a diminuição da glucorunidação. Os dados obtidos em doentes com insuficiência hepática moderada a grave mostram que a farmacocinética da lamivudina não é significativamente afetada pela disfunção hepática. No entanto, como poderão ser necessários  ajustes da dose de zidovudina, recomenda-se a administração de formulações separadas de lamivudina e zidovudina, em doentes com insuficiência hepática grave. O médico deverá recorrer à informação de prescrição individual destes medicamentos. Ajuste da dose em doentes com reações hematológicas adversas:poderá ser necessário ajuste da dose de zidovudina se o nível de hemoglobina descer para valores inferiores a 9g/dl ou 5,59 mmol/l ou se o número de neutrófilos descer para valores inferiores a 1,0x10/l.Como não é possível ajustar a dose de Combivir, devem utilizar-se formulações separadas de lamivudina e de zidovudina. O médico deverá recorrer à informação de prescrição individual destes medicamentos.
Recentemente, vários estudos têm levantado a questão da toxicidade da nevirapina administrada durante a gestação. O rash é o efeito colateral cutâneo mais comum da nevirapina e sua incidência varia de acordo com os diferentes estudos. As erupções cutâneas ocorrem isoladas ou num contexto de uma síndrome de hipersensibilidade caracterizada por erupções cutâneas associadas a sintomas constitucionais tais como febre, artralgia, mialgia e linfadenopatia acompanhados de comprometimentos viscerais, tais como hepatite, eosinofilia, granulocitopenia e disfunção renal. Geralmente, aparece nas primeiras quatro semanas e pode resultar no desenvolvimento da síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica. A nevirapina também pode causar toxicidade hepática, variando desde hepatite assintomática até necrose hepática aguda e óbito.

2 - APLIQUE O ALGORITMO DE NARANJO E DIGA A RELAÇÃO DE CAUSALIDADE DE RAM.
 


Quando aplicado o alogarítimo, observou-se a pontuação +6, demonstrando uma possível reação adversa a terapia. Essa reação está definida como causalidade, já que existe uma resposta padrão à melhora quando suspendido o medicamento.
3-CITE OS SINAIS CLÍNICOS DA SÍDROME DE STEVENS-JHONSON
O eritema cutâneo pode começar como máculas que se tornam pápulas, vesículas, bolhas, placas de urticária ou eritema confluente. O centro dessas lesões pode ser vesicular, purpúrico, ou necrótico. A lesão patognomônica tem a aparência em “alvo”; podem evoluir, coalescer, aumentar de tamanho e número; o sinal de Nikolsky pode estar presente (desprendimento da pele com leve fricção, tornando-a desnuda e suscetível à infecção secundária.
4-CITE ALGUNS MEDICAMENTOS ASSOCIADOS A SÍDROME DE STEVNES-JHONSON.
 Penicilina, os antibióticos contendo sulfamidas, os barbitúricos, os anticonvulsivantes, os analgésicos, os anti-inflamatórios não-esteroides ou o alopurinol além dos antivirais como Nevirapina e Delavirdina. 


RFERENCIAS


JOTA, Fernando Alves et al. Os antirretrovirais através da história, da descoberta até os dias atuais. 2011.

HORTA, Pedro Filipe Castela. Terapêutica anti-retroviral: interacções medicamentosas a nível molecular. 2011. Tese de Doutorado.

SESIN, Guilhermo Prates. Reações adversas a medicamentos antirretrovirais em coorte histórica de pacientes acompanhados em serviço de assistência especializada a portadores do HIV e doentes de AIDS. 2013.

KONDO, William et al. Evaluation of the adverse effects of nevirapine in HIV-infected pregnant women in a South Brazilian University Hospital. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetricia, v. 30, n. 1, p. 19-24, 2008.