domingo, 9 de abril de 2017

FARMACOLOGIA DA ASMA


FARMACOLOGIA DA ASMA
Asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. Quando as vias aéreas inflamadas são expostas a vários estímulos ou fatores desencadeantes tornam-se hiperreativas e obstruídas, limitando o fluxo de ar através de broncoconstrição, produção de muco e aumento da inflamação. Entre os sintomas mais comuns estão a pieira recorrente, tosse com agravamento noturno, sensação de aperto no peito e dificuldade respiratória recorrente. Os sintomas variam durante o dia, podendo piorar à noite ou de madrugada e com as atividades físicas. Os sintomas também variam bastante ao longo do tempo. Às vezes desaparecendo sozinhos, mas a asma continua lá, uma vez que não tem cura.
Na mulher, a asma brônquica complica cerca de 1 a 4% das gravidezes. O curso da asma durante a gravidez é variável, sendo comum referir que cerca de um terço melhora um terço mantêm-se estável e um terço agrava a sua situação. Nas doentes com asma sintomática, o período mais crítico situa-se entre as 24. e 36.ª semanas de gestação, igualmente por razoe desconhecidas, as grávidas estão menos sintomáticas entre as 37.ª e 40.ª semanas.
A farmacoterapia da asma durante a gravidez é norteada pela classificação de risco da FDA. Consensos interdisciplinares também contribuem para a estratégia antiasmática na gestante atípica. Por razões éticas óbvias não há estudos duplo-cegos controlados com placebo durante a gravidez. Dados epidemiológicos e acompanhamentos populacionais, com análise crítica retroativa, são freqüentemente utilizados. Há uma tendência, de prática universal e generalizada, de se empregar os medicamentos mais antigos e familiarizados, onde já exista um perfil de segurança aceitável. A maioria dos agentes antiasmáticos existentes pertencem às categorias B e C da FDA.

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